Kenneth Gollob fala sobre avanços no tratamento contra o câncer provenientes da imunoterapia e medicina de precisão

Avanços recentes no tratamento do câncer têm contribuído para aumentar as taxas de controle da doença e melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Novas abordagens terapêuticas, como terapias-alvo e imunoterapia, permitem tratamentos mais precisos e com menos efeitos colaterais em comparação às estratégias tradicionais. Especialistas destacam que o diagnóstico precoce e a personalização do tratamento são fatores-chave para melhores desfechos clínicos. Além disso, a incorporação de tecnologias e o desenvolvimento de novas drogas vêm ampliando as possibilidades terapêuticas em diferentes tipos de câncer. O cenário atual reforça a importância da pesquisa científica e da inovação no enfrentamento da doença. 

“Quando comparamos a imunoterapia com as quimioterapias mais antigas, a principal diferença não é a ausência de toxicidade, mas o perfil dessa toxicidade. As quimioterapias clássicas costumavam causar efeitos previsíveis e cumulativos, como queda importante de cabelo, náuseas intensas, infecções e fadiga marcada. A imunoterapia, por outro lado, tende a causar menos toxicidade contínua no dia a dia, mas pode levar a eventos imunomediados, que são menos frequentes, porém potencialmente graves se não forem reconhecidos e tratados precocemente. (…) explicou Gollob”.